Manter o Subsídio é garantir lucro aos pequenos e médios negócios e o compromisso da universalização

Publicada dia 04/10/2021 10:00

Para funcionar igualitariamente e cobrir todo o território, o Correio precisa praticar o subsídio cruzado. Ou seja, usar o lucro obtido nos grandes centros para executar o trabalho nas milhares de pequenas e longínquas cidades e nas periferias das capitais e cidades maiores.

Isso vale para o Brasil e para todos os países do mundo com dimensões continentais. E ainda assim é possível haver lucratividade.

No Brasil, ao longo de sua existência o Correio repassou muitos bilhões de reais aos cofres do governo, que ajudaram a financiar outras áreas públicas e patrocinar o esporte nacional.

Para praticar esse subsídio é preciso ter o compromisso com a nação e o povo que só é possível numa estatal.

As empresas privadas só têm compromisso com o lucro e com o dinheiro. Mesmo que seja possível manter alguma lucratividade prestando serviço nas cidades que são deficitárias, elas não fariam isso, porque o capital quer sempre o lucro máximo e não presta serviço público ou social à população.

A privatização dos Correios vai prejudicar o povo e causar um apagão postal. Não à privatização dos Correios!

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